Moção de apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Minas Gerais

Moção de apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Minas Gerais

Participante do II Encontro Mineiro de Agroecologia, realizado em Mario Campo/MG, dias 27 e 28 de fevereiro de 2018,  divulgam “Moção de apoio ao movimento grevista dos trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Minas Gerais”. os trabalhadores e as trabalhadoras da Educação reivindicam o cumprimento do acordo feito com governo estadual relacionado ao ajuste do piso salarial, o pagamento do  13º sem parcelamento e contra o projeto que trás as parcerias público privadas para a educação estadual.

Lei a moção na íntegra

III ENCONTRO MARANHENSE DE AGROECOLOGIA,

III ENCONTRO MARANHENSE DE AGROECOLOGIA,

No espírito preparatório do IV ERA Amazônia e do IV ENA a Rede de Agroecologia do Maranhão estará realizando entre os dias 01 a 03 de março o seu III Encontro pretendendo reunir 150 participantes nas dependências do Campus de Bacabal da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), vindas de todas as regiões do estado, Ongs, Redes, Movimentos Sociais, Núcleos de Estudo em Agroecologia que estarão debatendo como a Agroecologia pode unir o campo e a cidade fazendo que estes dois se conheçam melhor e se fortaleçam mutuamente para o enfrentamento dos desafios da conjuntura atual que ameaça fortemente a democracia e os direitos da maioria da população Brasileira. O III EMA é também o momento que a Rede de Agroecologia do Maranhão se encontra com toda a militância da Agroecologia do Estado e se fortalece enquanto rede.
A RAMA está se preparando para levar ao IV ERA em Belém e ao IV ENA em Belo Horizonte uma delegação em torno de 50 pessoas e para isso vem realizando ao longo de 2017 várias atividades, entre elas as 03 caravanas preparatórias para o III EMA (Mulheres e Agroecologia na região do Baixo Munim; Juventudes e Agroecologia  no Médio Mearim e SAN e Conhecimentos Tradicionais na Região do Pindaré, sendo realizado em terra indígena Ka’apor), mobilizando 150 atores e atrizes do campo e da cidade para discutir o tema do IV ENA: Agroecologia e Democracia unindo o campo e a Cidade.
O IV Encontro Regional de Agroecologia da Amazônia que acontecerá na região metropolitana de Belém entre os dias 01 a 04 de abril/2018 com a perspectiva de reunir 300 pessoas de toda a região e o IV Encontro Nacional de Agroecologia (IV ENA) que ocorrerá entre os dias 31 de maio a 3 de junho de 2018 , na cidade de Belo Horizonte(MG) contará com a participação de 2.000 pessoas do Brasil e de convidados(as) internacionais. É maior expressão mundial da Agroecologia que nesse ano reivindica mais uma vez o direito de uma alimentação de verdade no campo e na cidade e dá o recado que não aceitaremos retrocessos e de nenhum direito a menos!
Viva a Agroecologia!
Rumo ao IV ENA!!!
Nota Solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST

Nota Solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST

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Nós organizações, pastorais, redes, articulações e movimentos sociais reunidos nos dia 27 e 28 de fevereiro de 2018, no Encontro Regional de Agroecologia do Nordeste – ERÊ Nordeste, momento de preparação ao IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), vêm a publico manifestar apoio e solidariedade à luta ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vítimas da violência e de ataques truculentos aos trabalhadores e trabalhadoras acampadas em várias regiões do Estado de Pernambuco.

A criminalização e repressão contra os movimentos sociais, bem como as perdas de direitos sociais e econômicos do povo está cada dia mais intensa em tempos de golpe. O avanço do conservadorismo é resultado também do apoio de políticos e grupos econômicos a esses ligados, que intensificam despejos nos acampamentos em várias regiões do Estado, no Sertão do São Francisco, Agreste Setentrional, Litoral Norte e Região Metropolitana do Recife. São áreas de usinas, fazendas e engenhos falidos e com dívidas junto à União, que não cumprem sua função social, e foram ocupadas por trabalhadores e trabalhadoras que lutam em defesa da Reforma Agrária.

Entendemos que a terra precisa cumprir sua função social e que o Estado brasileiro tem a obrigação de garantir esse direito. Essa é uma condição fundamental para diminuição das desigualdades sociais que assolam nossa sociedade, para enfrentamento à violência no campo, bem como a erradicação da pobreza e da miséria existente no campo e nas periferias dos grandes centros urbanos. Entendemos que o acesso a terra deve ser acompanhado indispensavelmente do acesso à água, do crédito para agricultura familiar e de assessoria que permita a valorização dos conhecimentos tradicionais de proteção e gestão dos bens naturais e da sociobiodiversidade.

Nesses termos, chamamos à responsabilidade a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco, do Conselho Estadual de Direitos Humanos e do Ministério Público de Pernambuco, como ente do sistema judiciário nacional e cujo papel deve ser de proteção dos direitos de todos os brasileiros, para que sejam acompanhadas essas ações de violência contra os trabalhadores e trabalhadoras que lutam por seus direitos.

Recife, 28 de fevereiro de 2018.

Articulação Nacional de Agroecologia – ANA
Associação Brasileira de Agroecologia – ABA
Articulação no Semiárido Brasileiro – ASA
AS-PTA – Agroecologia e Agricultura Familiar
Associação de Agricultores Alternativos – AAGRA Associação de Apoio as Comunidades do Campo – AACC Associação Quilombola de Conceição das Crioulas – AQCC Brasil de Fato Pernambuco
Caranguejo Uçá
Cáritas Regional do Ceará
Cáritas Sobral
Casa da Mulher do Nordeste – CMN
Centro de Ação Cultural – CENTRAC
Centro de Assessoria e Apoio aos trabalhadores e Instituições Não-Governamentais Alternativas – CAATINGA

Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia – CEDASB
Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá
Centro de Estudos do Trabalho e Assessoria ao Trabalhador – CETRA
Centro de Pesquisa e Assessoria – ESPLAR
Centro Feminista 8 de Março – CF8
Coletivo Regional das Organizações da Agricultura Familiar do Cariri, Curimataú e Seridó Paraibano.
Comissão Pastoral da Terra – CPT
Cooperativa de Ass. e Serviços Múltiplos ao Desenvolvimento Rural – COOPERVIDA Diaconia
FASE Bahia
Fórum de Economia Solidária da Paraíba
Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – IRPAA
Instituto Terra Viva
Marcha Mundial de Mulheres – MMM
Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste – MMTR/NE
Movimento de Mulheres Camponesas – MMC
Movimento de Organização Comunitária – MOC
Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA
Núcleo Sertão Verde
Pastoral da Juventude Rural – PJR
Programa de Aplicação de Tecnologias Apropriadas – PATAC
Rede de Educadores e Educadoras em Economia Solidária de Pernambuco
Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú
Rede de Núcleos de Agroecologia do Nordeste – RENDA
Rede Xique Xique
Serviço de Assessoria à Organizações Populares Rurais – SASOP
Terral Coletivo de Comunicação

NOTA DE SOLIDARIEDADE ÀS MULHERES PARAIBANAS E À MARCHA PELA VIDA DAS MULHERES E PELA AGROECOLOGIA

NOTA DE SOLIDARIEDADE ÀS MULHERES PARAIBANAS E À MARCHA PELA VIDA DAS MULHERES E PELA AGROECOLOGIA

A VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES TEM CRESCIDO DE FORMA ASSUSTADORA, SENDO FORTALECIDA PErLA IMPUNIDADE DO SISTEMA JURÍDICO-ESTATAL E LEGITIMADA POR VALORES E COMPORTAMENTOS DE UMA SOCIEDADE PATRIARCAL, MACHISTA, RACISTA, HOMOFÓBICA E CLASSISTA.

ESSA REALIDADE, VIVENCIADA POR TODAS AS MULHERES DO BRASIL, CHEGA AO EXTREMO COM O ASSASSINATO HOJE DE MAIS UMA MULHER NA PARAÍBA, QUE SÓ NOS MESES DE JANEIRO E FEVEREIRO, ATINGIU CERCA DE 30 MULHERES (CASOS NOTIFICADOS).

ASSIM, NÓS MULHERES E HOMENS REUNIDOS NO ENCONTRO REGIONAL DE AGROECOLOGIA – ERÊ NORDESTE, NOS DIAS 27 E 28 DE FEVEREIRO DE 2018 EM RECIFE/PE, REPUDIAMOS TODAS AS FORMAS DE VIOLÊNCIA CONTRA AS MULHERES E NOS SOLIDARIZAMOS COM A LUTA DAS TRABALHADORAS QUE CONSTROEM COTIDIANAMENTE O GT DE MULHERES DA ASA PARAÍBA E A MARCHA PELA VIDA DAS MULHERES E PELA AGROECOLOGIA.
SEM FEMINISMO NÃO HÁ AGROEOCLOGIA!!
PELO FIM DA VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!!

SEGUIREMOS EM MARCHA ATÉ QUE TODAS SEJAMOS LIVRES!!!!

RECIFE, 28 DE FEVEREIRO DE 2018.

Baixe o arquivo aqui.

CHAPECÓ RECEBE ENCONTRO REGIONAL DE AGROECOLOGIA DO SUL

CHAPECÓ RECEBE ENCONTRO REGIONAL DE AGROECOLOGIA DO SUL

 

Nos dias 13 e 14 de março de 2018, em Chapecó (SC), acontece o Encontro Regional de Agroecologia do Sul (ERA/Sul). O Encontro tem o objetivo de fortalecer as redes de agroecologia existentes na Região Sul do Brasil, dando visibilidade às experiências coletivas de fortalecimento da agroecologia na região. São esperadas cerca de 100 pessoas para o Encontro, entre lideranças de movimentos e entidades que compõem a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), agricultoras e agricultores agroecológicos, técnicas/os, ativistas, consumidoras/es e apoiadoras/es do movimento agroecológico.

As atividades acontecem no Centro de Formação Maria Rosa (Rua Sete de Setembro, 2070d – Pres. Médici) e servem de preparação para o IV Encontro Nacional de Agroecologia, que será realizado em Belo Horizonte (MG) de 31 de maio a 3 de junho deste ano.

Num cenário de crescentes ameaças a direitos adquiridos e garantias democráticas, a programação do ERA/Sul dialoga com Encontro Nacional de Agroecologia, cuja temática nesta edição é Agroecologia e Democracia unindo Campo e Cidade. Na Plenária de Abertura, o ERA/Sul traz Maria Emília Pacheco, primeira mulher a presidir o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) e hoje integrante do Fórum Brasileiro de Soberania, Segurança Alimentar e Nutricional (FBSSAN), para discutir o tema Sem Democracia não há Agroecologia, juntamente com representantes da Rede Ecovida de Agroecologia e do Movimento de Mulheres Camponesas. A mesa acontece a partir das 17h30.

Nas próximas atividades, as organizações irão construir sua participação no IV Encontro Nacional de Agroecologia. Cerca de 2 mil pessoas de todo Brasil são esperadas para o ENA em Belo Horizonte, sendo 70% de agricultores(as) familiares, camponeses(as), povos indígenas, comunidades quilombolas, pescadores(as), outros povos e comunidades tradicionais, assentados(as) da reforma agrária e coletivos da agricultura urbana; 50% de mulheres e 30% de jovens diretamente envolvidas na construção da agroecologia em contraposição ao projeto dominante imposto por grupos do capital financeiro, industrial e agrário.

 

Análise de conjuntura reforça a diversidade das ações de resistência em Minas Gerais

Análise de conjuntura reforça a diversidade das ações de resistência em Minas Gerais

por Helen Santa Rosa – Comunicadora CAA/NM e do coletivo de comunicação da ANA

Pluralidade e diversidade marcaram a mesa de análise de conjuntura do II Encontro Mineiro de Agroecologia. A partir de uma abordagem das resistências, conquistas e desafios em curso, povos e comunidades tradicionais, movimento sindical rural e urbano, juventudes, agricultura urbana e direito à cidade, educação do campo, movimentos de mulheres e governos municipal e estadual apresentaram diferentes olhares sobre a conjuntura atual. A tônica do momento foi uma análise realista que apontou caminhos para a construção de estratégias de lutas coletivas e enfrentamento dos desafios. Em sintonia com a temática do IV ENA que busca evidenciar sinergias entre campo e cidade na defesa da democracia, a agroecologia foi apontada como uma frente estratégica para a construção de novas relações com a terra, com os outros, com a vida.

Instalações pedagógicas – Durante a tarde do primeiro dia, os/as participantes do II Encontro Mineiro de Agroecologia visitaram instalações pedagógicas, espaços constituídos por representações simbólicas que trouxeram as expressões da agroecologia em Minas Gerais. Foram evidenciados os sabores, cores, fazeres e produtos dos diferentes sujeitos que constroem a agroecologia nas regiões, através de símbolos que iluminaram as reflexões sobre o contexto, as conquistas e desafios das diferentes regiões de Minas.