Costura política no IV ENA: comunicação, cultura e agroecologia

Costura política no IV ENA: comunicação, cultura e agroecologia

Uma das atividades autogestionadas do IV Encontro Nacional de Agroecoclogia (ENA) vai fazer, literalmente, a costura política entre a comunicação, a cultura e o modelo de agricultura defendido pelas diversos territórios, movimentos e organizações que compõem a Articulação Nacional de Agroecologia (ANA). A confecção coletiva do “Bandeirão de Luta” está marcada para o sábado (2/6), das 9h às 12h, na Tenda 10 do Parque Municipal de Belo Horizonte (MG). (mais…)

Chega Juntas Juventudes

Chega Juntas Juventudes

É chegada a hora das juventudes se organizarem e desembarcar no IV Encontro Nacional de Agroecologia. Foram muitos os encontros preparatórios e as trocas de experiências em todas as regiões do país e agora, contamos com a força e empolgação da nossa juventude para garantir a construção coletiva do começo ao fim do nosso encontro.

Confira as orientações abaixo e colabore para que este chamado chegue em todas e todos os jovens, que irão ao ENA, próximos à você! (mais…)

Moção de apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Minas Gerais

Moção de apoio aos trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Minas Gerais

Participante do II Encontro Mineiro de Agroecologia, realizado em Mario Campo/MG, dias 27 e 28 de fevereiro de 2018,  divulgam “Moção de apoio ao movimento grevista dos trabalhadores e trabalhadoras da Educação de Minas Gerais”. os trabalhadores e as trabalhadoras da Educação reivindicam o cumprimento do acordo feito com governo estadual relacionado ao ajuste do piso salarial, o pagamento do  13º sem parcelamento e contra o projeto que trás as parcerias público privadas para a educação estadual.

Lei a moção na íntegra

III ENCONTRO MARANHENSE DE AGROECOLOGIA,

III ENCONTRO MARANHENSE DE AGROECOLOGIA,

No espírito preparatório do IV ERA Amazônia e do IV ENA a Rede de Agroecologia do Maranhão estará realizando entre os dias 01 a 03 de março o seu III Encontro pretendendo reunir 150 participantes nas dependências do Campus de Bacabal da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), vindas de todas as regiões do estado, Ongs, Redes, Movimentos Sociais, Núcleos de Estudo em Agroecologia que estarão debatendo como a Agroecologia pode unir o campo e a cidade fazendo que estes dois se conheçam melhor e se fortaleçam mutuamente para o enfrentamento dos desafios da conjuntura atual que ameaça fortemente a democracia e os direitos da maioria da população Brasileira. O III EMA é também o momento que a Rede de Agroecologia do Maranhão se encontra com toda a militância da Agroecologia do Estado e se fortalece enquanto rede.
A RAMA está se preparando para levar ao IV ERA em Belém e ao IV ENA em Belo Horizonte uma delegação em torno de 50 pessoas e para isso vem realizando ao longo de 2017 várias atividades, entre elas as 03 caravanas preparatórias para o III EMA (Mulheres e Agroecologia na região do Baixo Munim; Juventudes e Agroecologia  no Médio Mearim e SAN e Conhecimentos Tradicionais na Região do Pindaré, sendo realizado em terra indígena Ka’apor), mobilizando 150 atores e atrizes do campo e da cidade para discutir o tema do IV ENA: Agroecologia e Democracia unindo o campo e a Cidade.
O IV Encontro Regional de Agroecologia da Amazônia que acontecerá na região metropolitana de Belém entre os dias 01 a 04 de abril/2018 com a perspectiva de reunir 300 pessoas de toda a região e o IV Encontro Nacional de Agroecologia (IV ENA) que ocorrerá entre os dias 31 de maio a 3 de junho de 2018 , na cidade de Belo Horizonte(MG) contará com a participação de 2.000 pessoas do Brasil e de convidados(as) internacionais. É maior expressão mundial da Agroecologia que nesse ano reivindica mais uma vez o direito de uma alimentação de verdade no campo e na cidade e dá o recado que não aceitaremos retrocessos e de nenhum direito a menos!
Viva a Agroecologia!
Rumo ao IV ENA!!!
Nota Solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST

Nota Solidariedade ao Movimento dos Trabalhadores Sem Terra – MST

Baixe o aquivo aqui

Nós organizações, pastorais, redes, articulações e movimentos sociais reunidos nos dia 27 e 28 de fevereiro de 2018, no Encontro Regional de Agroecologia do Nordeste – ERÊ Nordeste, momento de preparação ao IV Encontro Nacional de Agroecologia (ENA), vêm a publico manifestar apoio e solidariedade à luta ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), vítimas da violência e de ataques truculentos aos trabalhadores e trabalhadoras acampadas em várias regiões do Estado de Pernambuco.

A criminalização e repressão contra os movimentos sociais, bem como as perdas de direitos sociais e econômicos do povo está cada dia mais intensa em tempos de golpe. O avanço do conservadorismo é resultado também do apoio de políticos e grupos econômicos a esses ligados, que intensificam despejos nos acampamentos em várias regiões do Estado, no Sertão do São Francisco, Agreste Setentrional, Litoral Norte e Região Metropolitana do Recife. São áreas de usinas, fazendas e engenhos falidos e com dívidas junto à União, que não cumprem sua função social, e foram ocupadas por trabalhadores e trabalhadoras que lutam em defesa da Reforma Agrária.

Entendemos que a terra precisa cumprir sua função social e que o Estado brasileiro tem a obrigação de garantir esse direito. Essa é uma condição fundamental para diminuição das desigualdades sociais que assolam nossa sociedade, para enfrentamento à violência no campo, bem como a erradicação da pobreza e da miséria existente no campo e nas periferias dos grandes centros urbanos. Entendemos que o acesso a terra deve ser acompanhado indispensavelmente do acesso à água, do crédito para agricultura familiar e de assessoria que permita a valorização dos conhecimentos tradicionais de proteção e gestão dos bens naturais e da sociobiodiversidade.

Nesses termos, chamamos à responsabilidade a Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Pernambuco, do Conselho Estadual de Direitos Humanos e do Ministério Público de Pernambuco, como ente do sistema judiciário nacional e cujo papel deve ser de proteção dos direitos de todos os brasileiros, para que sejam acompanhadas essas ações de violência contra os trabalhadores e trabalhadoras que lutam por seus direitos.

Recife, 28 de fevereiro de 2018.

Articulação Nacional de Agroecologia – ANA
Associação Brasileira de Agroecologia – ABA
Articulação no Semiárido Brasileiro – ASA
AS-PTA – Agroecologia e Agricultura Familiar
Associação de Agricultores Alternativos – AAGRA Associação de Apoio as Comunidades do Campo – AACC Associação Quilombola de Conceição das Crioulas – AQCC Brasil de Fato Pernambuco
Caranguejo Uçá
Cáritas Regional do Ceará
Cáritas Sobral
Casa da Mulher do Nordeste – CMN
Centro de Ação Cultural – CENTRAC
Centro de Assessoria e Apoio aos trabalhadores e Instituições Não-Governamentais Alternativas – CAATINGA

Centro de Convivência e Desenvolvimento Agroecológico do Sudoeste da Bahia – CEDASB
Centro de Desenvolvimento Agroecológico Sabiá
Centro de Estudos do Trabalho e Assessoria ao Trabalhador – CETRA
Centro de Pesquisa e Assessoria – ESPLAR
Centro Feminista 8 de Março – CF8
Coletivo Regional das Organizações da Agricultura Familiar do Cariri, Curimataú e Seridó Paraibano.
Comissão Pastoral da Terra – CPT
Cooperativa de Ass. e Serviços Múltiplos ao Desenvolvimento Rural – COOPERVIDA Diaconia
FASE Bahia
Fórum de Economia Solidária da Paraíba
Instituto Regional da Pequena Agropecuária Apropriada – IRPAA
Instituto Terra Viva
Marcha Mundial de Mulheres – MMM
Movimento da Mulher Trabalhadora Rural do Nordeste – MMTR/NE
Movimento de Mulheres Camponesas – MMC
Movimento de Organização Comunitária – MOC
Movimento dos Pequenos Agricultores – MPA
Núcleo Sertão Verde
Pastoral da Juventude Rural – PJR
Programa de Aplicação de Tecnologias Apropriadas – PATAC
Rede de Educadores e Educadoras em Economia Solidária de Pernambuco
Rede de Mulheres Produtoras do Pajeú
Rede de Núcleos de Agroecologia do Nordeste – RENDA
Rede Xique Xique
Serviço de Assessoria à Organizações Populares Rurais – SASOP
Terral Coletivo de Comunicação